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	<title>Refis da Crise &#187; COFINS</title>
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	<description>Um blog de Omar A. Leite Melo</description>
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		<title>Comissão rejeita parcelamento de dívidas de advogados relativos à COFINS</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto Vicentini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou, na última quarta-feira (28), o Projeto de Lei 2691/07, que autoriza o parcelamento em até 240 vezes dos débitos das sociedades de advogados relativos à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) ocorridos até 30 de outubro de 2007. O projeto foi apresentado pelos deputados Bruno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou, na última quarta-feira (28), o Projeto de Lei 2691/07, que autoriza o parcelamento em até 240 vezes dos débitos das sociedades de advogados relativos à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) ocorridos até 30 de outubro de 2007. O projeto foi apresentado pelos deputados Bruno Araújo (PSDB-PE), Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) e Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA).<br />
O relator, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que não é adequada uma proposta que beneficia apenas um setor da economia brasileira. Guimarães argumentou, ainda, que a legislação em vigor já disciplina o parcelamento de dívidas tributárias de uma forma geral e abrangente, sem discriminação setorial.<br />
Para o relator, a atual legislação já permite uma flexibilização financeira capaz de aliviar o fluxo de caixa e facilitar a recuperação econômica de quem possui dívida tributária.</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">NOSSO COMENTÁRIO</span></strong>: não vemos motivos para o parcelamento superdiferenciado para esses débitos (COFINS devidas pelas sociedades de profissão legalmente regulamentada), que foram objeto de muita discussão judicial, em face da revogação da isenção da COFINS (válida até março/1997) por meio do artigo 54 da Lei nº 9.430/96. Com efeito, é importante que se diga que tais débitos vencidos até 30/11/2008 poderão ser incluídos no Refis da Crise, conforme expressamente dispõe o artigo 1º, §13 da Lei nº 11.941/2009. Ora, 180 meses já é uma quantidade suficiente para esses contribuintes parcelarem os seus débitos, não havendo motivo para esticar esse prazo para 240 meses. Na prática, esse prazo de 240 meses vem sendo concedido apenas para órgãos públicos, tendo em vista o nítido caráter público-social dessas entidades públicas.</p>
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		<title>Lei nº 11.941/2009 &#8211; Retroatividade benéfica com relação às multas das contribuições previdenciárias</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[codigo tributario nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A  Lei nº 11.941/2009 alterou alguns artigos da Lei nº 8.212/91 (Lei de  Custeio da Previdência), que tratam dos percentuais das multas  incidentes sobre as infrações relativas às contribuições  previdenciárias sobre a folha de pagamento (cota patronal, pro-labore,  SAT, INSS retido dos empregados, terceiros, FUNRURAL etc.), recolhidas  através da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  Lei nº 11.941/2009 alterou alguns artigos da Lei nº 8.212/91 (Lei de  Custeio da Previdência), que tratam dos percentuais das multas  incidentes sobre as infrações relativas às contribuições  previdenciárias sobre a folha de pagamento (cota patronal, pro-labore,  SAT, INSS retido dos empregados, terceiros, FUNRURAL etc.), recolhidas  através da GPS.</p>
<p>O artigo 35 da Lei nº 8.212/91 passa a ter a seguinte redação, com aplicação a partir de junho de 2009:</p>
<p><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm#art35.." onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm_art35..?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">“Art. 35</span></a>.  Os débitos com a União decorrentes das contribuições sociais previstas nas alíneas <em>a</em>, <em>b </em>e <em>c </em>do  parágrafo único do art. 11 desta Lei, das contribuições instituídas a  título de substituição e das contribuições devidas a terceiros, assim  entendidas outras entidades e fundos, não pagos nos prazos previstos em  legislação, serão acrescidos de multa de mora e juros de mora, nos termos do art. 61 da Lei n<span style="text-decoration: underline;">o</span> 9.430, de 27 de dezembro de 1996”.</p>
<p>Basicamente, a nova legislação pretendeu, acertadamente, unificar o cálculo da multa <span style="text-decoration: underline;">moratória</span> para todos os tributos administrados pela Receita Federal do Brasil (IRPJ, COFINS, cota patronal, FUNRURAL, pro-labore etc.).</p>
<p>Para  tanto, ao invés das contribuições previdenciárias possuírem  regulamentação diferenciada, a partir de junho de 2009 as multas  passaram a ter o mesmo tratamento dos demais tributos arrecadados pela  Receita Federal (IPI, PIS, CSLL, CIDE, IRPJ, Simples Nacional etc.).  Daí a remissão ao artigo 61 da Lei nº 9.430/96, que expressamente prevê  que a multa de mora (não decorrente de auto de infração, quando o  débito é declarado pelo próprio contribuinte) de 0,33% ao dia, até o  limite máximo de 20%.</p>
<p>Logo, as contribuições recolhidas em GPS passam a sofrer os mesmos percentuais de multa.</p>
<p>Antes,  esses percentuais variavam entre 8%, 14% ou 20%, com redução de 50%  quando o débito havia sido objeto de declaração via GFIP (ou seja, 4%,  7% ou 10%).</p>
<p>A  multa era de 8% (4% com desconto), se o débito era pago dentro no mesmo  mês de vencimento; subia para 14% se o pagamento ocorresse no mês  seguinte ao do vencimento; e 20%, se o pagamento somente ocorresse a  partir do segundo mês ao do vencimento. Portanto, a alteração foi  melhor para os contribuintes quando o pagamento ocorrer em até 30 dias  após o seu vencimento.</p>
<p>No  entanto, a principal vantagem para o contribuinte está no fato do  inciso III do artigo 35 da Lei nº 8.212/91 ter sido revogado pela Lei  nº 10.941/2009. Com efeito, as multas moratórias <em>subiam</em> para 60%, 70%, 80% ou 100% (também passíveis de redução em 50% quando  os débitos estavam declarados em GFIP), quando da inscrição do débito em Dívida Ativa.</p>
<p>O  percentual era de: a) 60% (ou 30%), quando o débito não tinha sido  parcelado; b) 70% (35%) se houve parcelamento rompido; c) 80% (40%) se  o débito tinha sido objeto de execução fiscal e sem parcelamento  rompido; e d) 100% (50%) se o débito estava sendo executado  judicialmente, e foi objeto de parcelamento rompido.</p>
<p>Enfim, existia esse aumento de multa na medida em que o débito era inscrito em Dívida Ativa, ajuizado e, ainda, se tinha ou não parcelamento rompido.</p>
<p>Tudo isso caiu diante da Lei nº 11.941/2009.</p>
<p>Com efeito, conforme já assinalado, a multa moratória sempre corresponderá a até 20%, a parti de junho/2009.</p>
<p>Levando  em conta os percentuais anteriormente cobrados a partir da inscrição do  débito em Dívida Ativa (30% para cima), constata-se que, neste ponto, a  Lei nº 11.941/2009 atenuou os percentuais da multa de mora, gerando a  necessária e inafastável aplicação <span style="text-decoration: underline;">retroativa</span>,  ou seja, essa nova legislação também deve ser aplicada para os fatos  geradores ocorridos antes da sua vigência, de acordo com o artigo 106,  II, “c”, do Código Tributário Nacional:</p>
<p><em>“Art. </em><em>106. A</em><em> lei aplica-se a ato ou fato pretérito:</em></p>
<p><em>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</em></p>
<p><em>II – tratando-se de ato não definitivamente julgado:</em></p>
<p><em>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</em></p>
<p><em>c) quando lhe comine </em><em>penalidade menos severa</em><em> que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática”.</em></p>
<p>Em suma, os débitos referentes à contribuição previdenciária recolhida via GPS, atualmente inscritos em Dívida Ativa,  deverão sofrer essa redução na multa, até o LIMITE máximo de 20%, para  atender o disposto na nova redação do artigo 35 da Lei nº 8.212/91,  dada pela Lei nº 11.941/2009, combinado com o artigo 106, II, “c”, do  Código Tributário Nacional.</p>
<p>Vale  destacar que o Superior Tribunal de Justiça já decidiu vários casos  neste sentido, fazendo valer a prescrição do artigo 106, II, “c”, do <em>Codex </em>Tributário. Apenas a título de exemplo, citamos o RESP nº 549.688, 2ª Turma, e RESP nº 476.951, 1ª Turma.</p>
<p>Por  derradeiro, essa análise em torno da multa moratória precisa ser  cuidadosamente analisada por parte dos contribuintes com débitos  inscritos (ajuizados ou não) de “INSS” (contribuições previdenciárias  recolhidas via GPS), especialmente para aqueles contribuintes que  desejarem aderir ao novo parcelamento instituído pela Lei nº  11.941/2009 (“Refis da Crise”).</p>
<p>Eis as considerações ao redor da multa moratória incidente sobre as contribuições previdenciárias (INSS).</p>
<p>Por outro lado, no que tange às multas <span style="text-decoration: underline;">de ofício</span> (decorrentes de autos de infração, notificações fiscais de lançamento),  a Lei nº 11.941/2009 acrescentou o artigo 39-A na Lei nº 8.212/91  (Custeio da Seguridade Social), cuja redação é a seguinte:</p>
<p>“<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm#art35a." onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm_art35a.?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">Art. 35-A.</span></a> Nos casos de lançamento de ofício relativos às contribuições referidas no art. 35 desta Lei, aplica-se o disposto no art. 44 da Lei n<span style="text-decoration: underline;">o</span> 9.430, de 27 de dezembro de 1996.”</p>
<p>Tal  como ocorreu com as multas de caráter moratório (débitos declarados mas  não pagos), esse artigo 35-A altera o cálculo das multas punitivas (de  ofício, decorrente de lavratura de auto de infração ou notificação  fiscal de lançamento), uniformizando o seu cálculo ao que já ocorria  com os demais tributos arrecadados pela Receita Federal (CSLL, COFINS,  IRPJ, IRPF, CIDE etc.). Daí a remissão, agora, ao artigo 44 da Lei nº  9.430/96, que prevê o percentual de 75% sobre o tributo apurado na  fiscalização. Esse novo percentual (75%) também será mais benéfico para  o contribuinte, quando se tratar de débito ajuizado em execução fiscal.</p>
<p>Portanto, por ser mais benéfico ao contribuinte, o artigo 35-A em comento também deverá ter aplicação retroativa nesses casos.</p>
<p>Enfim,  a aplicação retroativa dos artigos 35 e 35-A da Lei nº 8.212/91, na  redação da Lei nº 11.941/2009, trata-se de mais um ponto a ser  levantado nas defesas judiciais contra essas cobranças, bem como no  momento de se aderir ao novo parcelamento especial.</p>
<p>Para  encerrar esse comunicado, informamos que também houve uma sensível  redução das multas decorrentes das infrações de obrigações tributárias  acessórias, previstas no artigo 32 da Lei nº 8.212/91. De fato, a Lei  nº 11.941/2009 trouxe alterações significantes, excluindo o cálculo das  multas antes baseado no número de segurados vinculados ao contribuinte  infrator, passando pelos critérios assim expostos no novo artigo 32-A  da Lei nº 8.212/91 (redação dada pela Lei nº 11.941/2009):</p>
<p>“<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm#art32a." onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8212cons.htm_art32a.?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">Art. 32-A.</span></a> O contribuinte que deixar de apresentar a declaração de que trata o inciso IV do caput do  art. 32 desta Lei no prazo fixado ou que a apresentar com incorreções  ou omissões será intimado a apresentá-la ou a prestar esclarecimentos e  sujeitar-se-á às seguintes multas:</p>
<p>I – de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas; e</p>
<p>II  – de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidentes sobre  o montante das contribuições informadas, ainda que integralmente pagas,  no caso de falta de entrega da declaração ou entrega após o prazo,  limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no § 3<span style="text-decoration: underline;">o</span> deste artigo.</p>
<p>§ 1<span style="text-decoration: underline;">o</span> Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso II do caput deste  artigo, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término  do prazo fixado para entrega da declaração e como termo final a data da  efetiva entrega ou, no caso de não-apresentação, a data da lavratura do  auto de infração ou da notificação de lançamento.</p>
<p>§ 2<span style="text-decoration: underline;">o</span> Observado o disposto no § 3<span style="text-decoration: underline;">o</span> deste artigo, as multas serão reduzidas:</p>
<p>I – à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; ou</p>
<p>II – a 75% (setenta e cinco por cento), se houver apresentação da declaração no prazo fixado em intimação.</p>
<p>§ 3<span style="text-decoration: underline;">o</span> A multa mínima a ser aplicada será de:</p>
<p>I  – R$ 200,00 (duzentos reais), tratando-se de omissão de declaração sem  ocorrência de fatos geradores de contribuição previdenciária; e</p>
<p>II – R$ 500,00 (quinhentos reais), nos demais casos.”</p>
<p>Propositadamente,  realçamos o §2º, inciso II, que permite uma redução de 75% nas multas  acessórias, quando o contribuinte regularizar suas obrigações  acessórias dentro do prazo fixado pela fiscalização.</p>
<p>Essas  seriam as informações que entendemos pertinentes acerca das multas  incidentes sobre as contribuições previdenciárias, a luz da Lei nº  11.941/2009, que alterou alguns dispositivos da Lei nº 8.212/91 (Lei de  Custeio da Seguridade Social).</p>
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		<title>Lei nº 11.941/2009 &#8211; Redução das multas de ofício</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 11:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o advento da Lei nº 11.941/2009 (lei  que criou o “Refis da Crise”), esse assunto está, finalmente,  encerrado, com relação aos fatos geradores ocorridos a partir de  28/05/2009, tendo em vista o artigo 79, XII, da referida lei, que  revogou o artigo 3º, §1º, da Lei nº 9.718/98 (este artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o advento da Lei nº 11.941/2009 (lei  que criou o “Refis da Crise”), esse assunto está, finalmente,  encerrado, com relação aos fatos geradores ocorridos a partir de  28/05/2009, tendo em vista o artigo 79, XII, da referida lei, que  revogou o artigo 3º, §1º, da Lei nº 9.718/98 (este artigo foi julgado  inconstitucional pelo STF, na medida em que cobrava o PIS e a COFINS  sobre a totalidade das receitas, e não “apenas” sobre o faturamento).</p>
<p>Por outro lado, ainda restam as (teimosas) discussões em torno das <span style="text-decoration: underline;">cobranças anteriores a 28/05/2009,</span> bem como os pedidos de restituição e compensação em cima do que foi  pago indevidamente pelos contribuintes (nos últimos 10 anos).</p>
<p>A  Lei nº 11.941/2009 modificou a redação do artigo 6º da Lei nº 8.218/91,  que reporta à redução de multas punitivas, cobradas em autos de  infração ou notificação fiscal de lançamento de débito – NFLD. Ou seja,  não se aplica às chamadas multas moratórias (débitos declarados mas não  pagos).</p>
<p>O artigo ficou com a redação abaixo:</p>
<p><em>“Art. 6</em><em><span style="text-decoration: underline;">o</span></em><em> Ao sujeito passivo que, notificado, efetuar o pagamento, a compensação  ou o parcelamento dos tributos administrados pela Secretaria da Receita  Federal do Brasil, inclusive das contribuições sociais previstas nas  alíneas a, b e c do parágrafo único do art. 11 da Lei n</em><em><span style="text-decoration: underline;">o</span></em><em> 8.212, de 24 de julho de 1991, das contribuições instituídas a título  de substituição e das contribuições devidas a terceiros, assim  entendidas outras entidades e fundos, será concedido redução da multa  de lançamento de ofício nos seguintes percentuais:</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Redação dada pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>I – 50% (cinquenta por cento), se for efetuado o </em><em>pagamento ou a compensação</em><em> no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento;</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>II – 40% (quarenta por cento), se o sujeito passivo requerer o </em><em>parcelamento</em><em> no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data em que foi notificado do lançamento;</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>III – 30% (trinta por cento), se for efetuado o </em><em>pagamento ou a compensação</em><em> no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data em que o sujeito passivo  foi notificado da decisão administrativa de primeira instância; e</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>IV – 20% (vinte por cento), se o sujeito passivo requerer o </em><em>parcelamento</em><em> no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data em que foi notificado da decisão administrativa de primeira instância.</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>§ 1</em><em><span style="text-decoration: underline;">o</span></em><em> No caso de provimento a recurso de ofício interposto por autoridade  julgadora de primeira instância, aplica-se a redução prevista no inciso  III do caput deste artigo, para o caso de pagamento ou compensação, e  no inciso IV do caput deste artigo, para o caso de parcelamento.</em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a></p>
<p><em>§ 2</em><em><span style="text-decoration: underline;">o</span></em><em> A rescisão do parcelamento, motivada pelo descumprimento das normas que  o regulam, implicará restabelecimento do montante da multa  proporcionalmente ao valor da receita não satisfeita e que exceder o  valor obtido com a garantia apresentada. </em><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm#art28" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11941.htm_art28?referer=');"><em><span style="text-decoration: underline;">(Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)</span></em></a><em>”</em></p>
<p>Primeira  salutar alteração foi a extensão do benefício da redução da multa de  ofício mesmo que não haja o pagamento ou o parcelamento, mas sim a  COMPENSAÇÃO do débito autuado com créditos do próprio contribuinte.  Assim, as empresas que tenham créditos contra a Receita Federal (IPI,  crédito acumulado dos 11% retido de INSS, créditos obtidos  judicialmente etc.) poderão quitar esses débitos mediante compensação  com seus créditos, aproveitando-se dos descontos previstos no artigo  (de 50% ou 30%, conforme o caso &#8211; incisos I e III).</p>
<p>No  tocante aos percentuais, não houve nenhuma novidade para os tributos  que já eram arrecadados pela Receita Federal antes da Lei nº 11.457/07  (criação da Super Receita), tais como IRPJ, CSLL, PIS/PASEP, COFINS,  IPI.</p>
<p>Por  outro lado, vale dizer que esses descontos se aplicam, agora, a todos  os tributos administrados pela Receita Federal do Brasil, incluindo,  assim, as contribuições previdenciárias sobre a folha de pagamento  (pro-labore, SAT, cota patronal, terceiros, INSS retido dos empregados,  FUNRURAL etc.).</p>
<p>Enfim, trata-se de mais uma “bondade” prevista na Lei nº 11.941/2009.</p>
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		<title>Lei 11.941/2009 &#8211; PIS/COFINS sobre receitas que não se enquadram como &#8220;faturamento&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:09:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 11.941/2009]]></category>
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		<description><![CDATA[Com relação às contribuições sociais do PIS e da COFINS, houve uma grande batalha judicial em torno das suas bases de cálculo: o Governo cobrava com base na “receita bruta” (todas as receitas); ao passo que os contribuinte lutavam para que a base só compreendesse o “faturamento”, isto é, a venda das mercadorias e/ou dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com relação às contribuições sociais do PIS e da COFINS, houve uma grande batalha judicial em torno das suas bases de cálculo: o Governo cobrava com base na “receita bruta” (todas as receitas); ao passo que os contribuinte lutavam para que a base só compreendesse o “faturamento”, isto é, a venda das mercadorias e/ou dos serviços.</p>
<p>Na prática, essa discussão tinha principalmente em mente as receitas financeiras.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu <span style="text-decoration: underline;">favoravelmente aos contribuintes</span> há alguns anos. No entanto, o Governo Federal insistia em cobrar com a inclusão das receitas financeiras.</p>
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